O que mais de 1.000 valuations e US$ 1,5 bilhão em ativos transacionados ensinam sobre M&A
- VBR Brasil
- há 3 dias
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Existe um ponto em que experiência acumulada deixa de ser apenas histórico e passa a ser perspectiva. É a partir daí que padrões ficam visíveis, erros se tornam ensináveis e decisões complexas ganham contorno mais claro.
M&A não se resume a comprar ou vender empresas
Talvez o nosso maior aprendizado depois de conduzir mais de 1.000 valuations e PPAs e acompanhar US$ 1,5 bilhão em ativos vendidos e adquiridos seja que uma boa operação de M&A é, antes de tudo, uma decisão estratégica.
Isso significa entender o valor real do negócio, identificar os riscos que podem mudar o curso de uma negociação e estruturar os caminhos possíveis para que a operação aconteça de forma consistente. Clareza, segurança e profundidade técnica não são diferenciais são requisitos.
O processo começa muito antes da negociação
Um dos pontos centrais que a experiência da VBR reforça é que a preparação antecede tudo. A qualidade das informações disponíveis no momento da negociação é, em grande parte, determinada pelo trabalho feito antes dela.
Ao longo dos anos, a VBR estruturou centenas de business plans e conduziu valuations em diferentes contextos, empresas em crescimento, processos sucessórios, reorganizações societárias, captações e operações de entrada e saída de sócios. Em todos esses cenários, a capacidade de enxergar o negócio com profundidade foi o que permitiu estruturar operações mais seguras e bem fundamentadas.
Por que a conexão internacional importa em operações de M&A
Os processos de M&A são cada vez mais internacionais. Empresas brasileiras buscam expansão fora do país, e investidores estrangeiros continuam olhando para o Brasil como destino estratégico. Nesse contexto, estar conectado a uma rede global de especialistas deixa de ser apenas uma credencial institucional e passa a ter impacto direto na qualidade das entregas.
A VBR integra a Praxity desde 2018, essa conexão amplia a capacidade da firma de apoiar empresas brasileiras em operações cross-border e de receber e estruturar demandas de investidores internacionais com operação no Brasil com o suporte técnico de firmas parceiras em diferentes jurisdições.




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