Avaliação de ativos: sua empresa já se adequou à lei que completa quase 20 anos?

O que a lei de 2007 exige das empresas
Ela trouxe quatro exigências principais:
Teste de impairment;
Revisão de vida útil econômica dos ativos;
Controle individualizado do imobilizado;
Adequação da depreciação contábil.
Na prática, isso significa que cada máquina, equipamento ou imóvel da empresa precisa ter, na contabilidade, um valor que reflita a realidade de uso e de mercado, não apenas o valor registrado na época da compra.
O problema mais comum: ativo que existe na fábrica, mas não na contabilidade
É comum encontrar empresas com um maquinário ativo, funcionando no dia a dia da operação, mas sem valor nenhum na contabilidade. A máquina está baixada no sistema, mas continua no chão de fábrica gerando produção.
O impacto vai além do contábil
Quando esses quatro pontos não estão em ordem, o problema não fica só no balanço. Os resultados da empresa ficam distorcidos, as garantias oferecidas em financiamentos ficam mal dimensionadas e, em qualquer M&A, IPO ou due diligence, isso vira ponto de atrito sério na negociação.
Como a VBR apoia essa adequação
Na VBR, a avaliação de ativos inclui inventário físico com aplicativo próprio, concilia a base física com os registros contábeis, elabora laudos a valor de mercado e revisa a vida útil conforme o uso real de cada ativo. O resultado é informação estruturada que apoia a decisão, não apenas um laudo entregue no fim do projeto.
Se sua empresa ainda está em dúvida sobre esses pontos e sobre como se adequar, fale com a equipe da VBR pelo link na bio ou pelo site institucional.




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